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Eu não escolhi trabalhar com mulheres por acaso. A minha própria história me trouxe até aqui.
Eu sei, na prática, como a violência, a exclusão e o trauma podem atravessar uma vida. E como, aos poucos, a gente aprende a se adaptar à dor, a se calar, a suportar mais do que deveria e até a duvidar de si mesma.
Mas o trauma não fica no passado. Ele influencia escolhas, relações e a forma como você se vê.
Foi na psicologia que encontrei sentido para algo que muitas mulheres vivem:
nem sempre é culpa, pode ser o trauma falando por você;
nem sempre é amor, pode ser dependência;
nem sempre é força, pode ser sobrevivência.
Hoje, acompanho mulheres que passaram por violência e relações destrutivas, ajudando a compreender suas histórias e a construir novos caminhos.
Você não precisa carregar isso sozinha.
Se partes da sua história ainda doem, talvez seja hora de olhar para isso com ajuda.
Se fizer sentido para você, me chama para conversarmos.